ABSORVIDOS PELA VIDA, CONSTRANGIDO PELO AMOR, UMA NOVA CRIATURA

2 Co 5:4, 14, 17

  • O Ministério da nova aliança
  • Os ministros da nova aliança
  • Características do ministros da nova aliança
  • não toma a Palavra como conhecimento mas como alimento
  • cava a Palavra de Deus
  • vive e pratica a Palavra de Deus
  • conhece a Palavra de Deus
  • crer na Palavra de Deus
  • fala a Palavra de Deus
  • Somos o tabernáculo de Deus na terra
  • O Espírito 7 vezes intensificado
  • A base da consagração: o AMOR
  • Receber revelação no Espírito

COMUNICADO ESPECIAL NOVO ALIMENTO DIÁRIO

NOVO ALIMENTO DIÁRIO
Série: Os Ministros da Nova Aliança
COMUNICADO ESPECIAL

O primeiro kit, com os livros 1 e 2, do novo Alimento Diário deverá estar pronto no final de março. A distribuição será feita na primeira semana de abril. No entanto, devido à situação atual de contenção social, pode haver atraso em chegar às mãos de cada irmão esse alimento tão precioso. Em comunhão com os responsáveis da Editora Árvore da Vida, decidimos liberar a versão digital do primeiro livro do AD, que contém as 4 primeiras semanas.

Sejam assinantes ou não, todos terão livre acesso à sua leitura. Toda a região 8 começará a leitura a partir da segunda-feira do dia 30/03/2020. Cremos que será uma grande oportunidade apresentarmos para os nossos amigos cristãos ou não cristãos a degustação livre por 4 semanas desse alimento tão saudável e recheado de revelações. Na crise, estão as grandes oportunidades. Deus abençoe a Sua igreja.

Aguardem novo comunicado sobre a disponibilização do código de acesso

Pedro Dong
ldeu Rodrigues
Ezra Ma

O DEUS DE NOSSOS PAIS OU O DEUS DA GLÓRIA

O DEUS DE NOSSOS PAIS OU O DEUS DA GLÓRIA

Quem vive as histórias que contamos? No Antigo Testamento, o povo de Israel falava muitas vezes: “O Deus de nossos pais fez isso e aquilo…”. Mas será que eles mesmos conheciam a Deus? Viram alguma vez a Sua glória?

Eles também eram chamados de filhos de Abraão. Repare que quando Deus chamou Abraão, a primeira coisa que exigiu foi que ele deixasse seus pais. Mas Abraão não quis fazer isso desde logo; pelo contrário, levou-os consigo no início da jornada.

Ele ainda vivia a experiência de seus pais com Deus, pois não tinha uma história própria de comunhão com o Senhor. Como era exatamente isso o que Deus queria lhe dar, Ele tirou seus pais de cena e o ensinou a viver somente pela fé, e não pelo que via ou ouvia da parte de outros. Abraão teve uma história particular com Deus, a cada dia e por muitos anos, a ponto de Deus chamá-lo de “Meu amigo”. Nesse ponto, e daí pra frente, Deus mesmo Se intitulou “o Deus de Abraão”.

Quando nos chama, Deus deseja ter uma história particular conosco. Ele quer ser o nosso Deus, e não somente o “Deus de nossos pais”. Isso implica pagar um preço, deixar a “parentela”, a fim de ter experiência pessoal com o Senhor e ser testado por Ele. Nesse processo, passamos por várias experiências, boas e ruins. Isso também exige dos pais uma nova postura, não apegada ao passado tradicional. Mas o resultado é maravilhoso: por não termos chance de retroceder diante das dificuldades, crescemos pouco a pouco e passamos a conhecer, face a face, o Deus da glória! Assim, Ele se torna o nosso Deus! Os pais devem se lembrar de que na igreja os filhos não são sua propriedade, pois pertencem ao Senhor! Os filhos também devem se lembrar de que a história dos pais não se confunde com sua própria experiência. Não nos enganemos.

Evidentemente, o trajeto da vida cristã dos pais pode ajudar e encorajar os filhos, mas tais experiências não podem substituir a dos filhos, pois a salvação (e seu desenvolvimento) é entre cada pessoa e o próprio Senhor.

Mesmo uma criança ainda nova tem capacidade para conhecer diretamente a Deus, se lhe for dada essa oportunidade. Nossos filhos precisam ver a glória do Senhor. Porém, às vezes, a maneira como os criamos faz deles cristãos tradicionais que se contentam em seguir, apenas, o Deus de seus pais. Vejamos o exemplo de Pedro: ele estava apegado às antigas tradições; por esse motivo, não conseguia esquecer o que lhe foi ensinado e precisou que o Senhor lhe mostrasse que isso era a sua vida da alma. O mesmo pode ocorrer com nossos filhos. Eles frequentam as reuniões da igreja, mas sem ter tido uma experiência genuína com o Senhor. Oram e leem a Bíblia, mas nunca se encontraram pessoalmente com Ele. Falam palavras espirituais, mas no dia a dia seu viver ainda é como o de incrédulos. O risco é que, com o passar do tempo, as práticas da igreja se tornem uma religião que os impede de ver o Senhor verdadeiramente.

Sendo pais ou filhos, temos a incumbência de deixar as tradições e seguir o Senhor sem qualquer impedimento! Se ainda não temos visto o Deus da glória, devemos rogar a Ele que apareça dessa forma para nós. Que cada pai, mãe, filho e filha atenda ao chamamento do Senhor, para segui-Lo pessoalmente, a ponto de se tornar amigo e amiga de Deus. Assim poderá alegrar coração do Senhor, andando na verdade e fazendo Sua vontade!

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